Como é voar para Orlando com milhas Smiles

10172833_10153074471234386_5099817733523866520_nQual é o seu sonho de viagem? Hoje é difícil responder a essa pergunta, porém, quando eu era criança, a resposta já estava na ponta da língua: Disney. Não, eu nem sabia o que era Orlando, o destino era sempre a casa de Mickey e o Castelo da Cinderela mesmo. E, há seis meses, meu marido me fez uma proposta que tornou o sonho possível: pagar com as suas milhas Smiles um pequeno empréstimo que eu tinha feito para ele. Como boa viajante, não pensei duas vezes, até porque, sabia que elas não eram poucas, já que no período de dois anos, havíamos emitido passagens para a Europa com a KLM e para os Estados Unidos com a Delta, ambas cias aéreas parceiras do programa. Nesse período, nós também voamos algumas vezes com a Gol dentro do Brasil e transferimos pontos do cartão de crédito. A surpresa foi poder combinar essa “permuta” com a viagem dos meus sonhos de infância: Disney. Sim, eu tinha as 70 mil milhas necessárias para emitir os bilhetes para Orlando, na classe Comfort, e aproveitar uma semana junto à família da minha afilhada, que também estava planejando ir para lá.

Assim começou a minha viagem, que, felizmente, poucas semanas antes do embarque, despertou o interesse do Smiles, com quem eu fechei uma parceria de produção de conteúdo. A convite do Smiles, durante toda essa semana, publicarei textos, fotos e tweets com dicas sobre essa viagem e a hashtag #partiusmiles. Assim, fica mais fácil acompanhar e também identificar claramente o que faz parte da ação. Todos os textos e imagens publicados, porém, são de minha autoria e representam o que eu acho sobre os serviços e experiências. Dito isso, senta que lá vem história:

Após pesquisar no site da Smiles as datas disponíveis para a emissão da passagem, conversei com minha comadre, Sam Shiraishi e decidimos ir na semana após o aniversário da Manu, minha afilhada. Para esse período, não haviam lugares nos voos da Delta, apenas da Gol, na classe Comfort, que até então eu só conhecia da ponte aérea e não achava lá muito vantajosa. Se eu esperasse e emitisse as passagens com a cia aérea americana, porém, economizaria 10 mil milhas por trecho. Entre o certo mais caro e o duvidoso econômico, fiquei com a primeira opção. Até porque, algumas milhas já estavam para expirar e, se tratando de viagem, sou uma pessoa bem impulsiva, confesso.

Entre a emissão do bilhete e o dia do embarque – hoje! – eu conferi a minha reserva algumas vezes no site da Gol, por medo que ela fosse alterada ou, pior, cancelada em cima da hora. Acho que esse é o grande temor de quem emite passagens com milhas, ser tratado de forma “diferenciada”. Mas isso, felizmente, não aconteceu em nenhum momento. Minto! Aconteceu sim, quando eu comecei a usufruir das vantagens da classe Comfort.

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Sabe aquelas filas que as pessoas fazem na sala de embarque quando o avião chega? Pois é, você nunca me verá em uma delas, porque acho desnecessário ficar esperando em pé por um voo com lugar marcado. Eu sempre entro por último e não tenho problemas com isso. Mas hoje, por ser “Comfort”, entrei primeiro, sem precisar encarar a fila. E mesmo com um metro e quinze de perna, sentei em uma cadeira com uma distância confortável do assento da frente – exatos 75,5 centímetros, de acordo com a classiifcação da Anac! E não tive que ficar torcendo para ninguém sentar ao meu lado, já que o lugar do meio não é vendido e fica vago durante todo o voo. Outra vantagem dessa classe, que é econômica, mas com um tratamento melhor, é um banheiro exclusivo para as sete primeiras fileiras, além de um kit com escova e pasta de dentes, revistas e caça-palavras.

No Boeing 787-800 do meu voo para Orlando, com escala na República Dominicana, não havia telinhas com programação de bordo, mas sim tomadas individuais, o que dá quase na mesma para quem, como eu, voa com o seu notebook, ipad e etc. São distribuídos cobertores e travesseiros e foi servido um sanduíche frio – ponto baixo do voo -, com rosbife, mostarda e cebola rocha. Como detesto o último ingrediente, pedi para o comissário algo que não o tivesse e ele prontamente me atendeu, trazendo um sanduíche de presunto. Sim, se é para escrever sobre um serviço eu testo tudo, até a capacidade da empresa de lidar com uma preferência pessoal minha. Nesse caso, só faltou um docinho, que veio no café da manhã, em forma de bolo, acompanhado por frutas, duas fatias de peito de peru e queijo prato, um pão assado recheado de presunto e queijo, mais outro pãozinho e manteiga.

1554632_10152420358088086_4488643799857152123_nA escala em Santo Domingo virou conexão, tivemos que descer do avião e, uma hora depois, entrar de novo. O aeroporto parece uma rodoviária, só que pior sinalizado. A área onde você pode circular é pequena, então, isso não chega a ser um problema, nem representa um risco. Em Orlando, o pouso foi tranquilo e, felizmente, quando cheguei, não havia fila alguma na imigração. No total são 11 horas de voo, quase sete até a República Dominicana, mais duas horas e meia até Orlando, com uma conexão de uma hora e meia. Dá para dormir bem durante o voo, por conta do assento mais confortável e espaçoso, isso é, se a ansiedade deixar ;)

Nos próximos dias, escreverei sobre como foi o planejamento do meu roteiro entre outras dicas de Orlando, que eu testarei na prática. Vem comigo! :)

Capa do ebook Turismo de Empatia: Refugiados no Oriente Médio Clique aqui e conheça o livro Turismo de Empatia: Refugiados no Oriente Médio

Neste livro, a jornalista Talita Ribeiro conta histórias que viveu e ouviu durante as semanas que passou entre refugiados de guerra na Jordânia e no Curdistão Iraquiano. Em paralelo, a autora dá dicas turísticas dos locais que visitou e apresenta um passo a passo de como embarcar em uma viagem em que o foco são as pessoas, e não os lugares. “Refugiados no Oriente Médio” é o primeiro livro da coleção “Turismo de Empatia”, que nasce de questionamentos e curiosidades tão fortes que nos fazem sair da zona de conforto e entrar em um lugar desconhecido e sagrado: o coração do outro.

7 comentários sobre “Como é voar para Orlando com milhas Smiles

  1. Pingback: Como planejar uma viagem para Orlando, Disney e Universal

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  4. Para uma pessoa foram quantas milhas?
    Estou querendo ir em Agosto de 2015, e queria ter uma noção de quantas milhas e com quanto tempo de antecedência eu devo comprar.
    Obrigada!

    • Olá, Bruna!

      Eu gastei 70 mil milhas para os voos de ida e volta com a Gol e emiti as passagens com seis meses de antecedência, mais ou menos. Sei que com o Smiles você pode emitir com até 330 dias de antecedência, mas como essa é uma rota com muitos voos, tanto da Gol, quanto da Delta, acho que 6 meses está de bom tamanho.

      Beijo

  5. Acho boa a ideia do site, mas acredito que o mesmo conteúdo poderia ser elaborado com textos mais ágeis e enxuto. Seria de grande utilidade pros clientes Smiles se vc inserisse a tabela de “custos” de milhagem pra Orlando. É difícil achar isso em qquer site. Obrigado.

    • Olá, Otavio!

      Apesar do post ser patrocinado, o blog não é, por isso, acho muito bacana a sua sugestão e passarei para o pessoal do Smiles, para que eles apliquem no site deles :)

      Até mais, Talita

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